quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O QUE É DE FATO SIGNIFICATIVO ??




O que é de fato significativo?

O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que... esta em casa!
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,
significa que.... estivemos rodeados de familiares e amigos!
As roupas que estão apertadas, significa que... tenho mais do que o suficiente para comer!
O trabalho que tenho em limpar a casa, significa que... tenho uma casa!
As queixas que escuto acerca do governo, significa que... tenho liberdade de expressão!
Não encontro estacionamento, significa que... tenho carro!
Os gritos das crianças, significa que... posso ouvir!
O cansaço no final do dia, significa que... posso trabalhar!
O despertador que me acorda todas as manhãs, significa que... estou vivo!
Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo, significa que... tenho amigos pensando em mim!

'QUANDO PENSARES QUE A VIDA TE CORRE MAL...
LEIA OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM!!!'

A FELICIDADE EXIGE VALENTIA

A felicidade exige valentia.


'Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado
algumas vezes, mas, não esqueço de que minha vida
é a maior empresa do mundo, e posso evitar
que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar
de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar
um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz
de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo... '

Fernando Pessoa - 120 anos

COLUNA DO JORNAL TRIBUNA DA IMPRENSA - DEZEMBRO/2009


CANTINHO DO LIONS CLUBE DE BRODOWSKI
E DO SERVIÇO DESINTERESSADO – III
( Jornal : TRIBUNA DA IMPRENSA – Brodowski-SP)

(por Antonio Douglas Zapolla )


Numa parceria com a Fundação D´Paschoal, o Lions Clube de Brodowski fez a doação de 400 livros didáticos de excelente qualidade para a EMEF de Tempo Integral Prof. José da Silva Passos. A direção da escola, através da Diretora Profa. Maria Cristina Christovan Frigeri destacou que os livros serão importantes para aprimorar a educação e a cultura dos alunos. A entrega foi feita no dia 03/11 e no dia 03/12, através do CL Caetano Adami Neto, Presidente do LC , CL Chapina e CL Douglas.

Procurando sempre colaborar com o Meio Ambiente, o clube está estudando a viabilidade da edição do próximo boletim LEÃO DE BRODOWSKI, a ser editado em DEZEMBRO, com papel reciclado. É uma gota no oceano, mas se todos procurassem fazer a sua parte, a nosso planeta Terra seria melhor.

No dia 30/10, na visita do casal Governador do Distrito LC-6, CL Antonio Carlos Bittar/Edileila, do LC Mirassol, ao LC CRAVINHOS, o LC Brodowski esteve representado por 12 pessoas : CL Caetano/Meire, José Mário/Mariza, Edison Luiz/Ana Elisa, Guilherme/Rafaella, Douglas, José Luiz Pugnoli, Elves e Raul. O evento foi um verdadeiro encontro regional de clubes e mostrou a pujança do nosso leonismo. Na visita oficial aos 4 Lions Clubes de Franca, o clube foi representado pelo casal CL Antonio Olimpio Dias/Ivoni, e no LC Sertãozinho através dos CCLL Caetano, Emilio, Edison e José Luiz Pugnoli.

No dia 04/11, o CL Elves, Assessor Adj. do Concurso Cartaz sobre a Paz, juntamente o Assessor Distrital, CL João Rodini Luiz, de Ribeirão Preto, acompanhados do CL Douglas, estiveram na Associação Cultural dos Amigos Museu Casa de Portinari, tratando de assuntos relacionados a este concurso. A escolha do cartaz feita pelo LC Brodowski na EMEF Profa. Elza Leite da Costa, bem como a escolha do cartaz que irá representar o Distrito, serão feitas no Museu Casa de Portinari, através de pessoas ligadas à Arte.

Graças à importante colaboração e espírito altruístico do Dr. FÁBIO VIEIRA, conceituado oftalmologista de Ribeirão Preto, o LC Brodowski conseguiu consultas e operações de cataratas para as Sras. Benedita Pupim e Jacira Pereira dos Santos. Ao Dr. Fábio e à toda sua equipe, os agradecimentos do LC BRODOWSKI.

Procurando se adequar às necessidades básicas de higiene e saúde, o CENTRO SOCIAL LIONS CLUBE, modernizou os seus banheiros e cozinhas, com a instalação dos equipamentos necessários. A reformulação foi coordenada pelo CL José Luiz S. Pugnolli, e o beneficio, tanto para os Lions como para a comunidade, será muito grande.

O CENTRO SOCIAL LIONS CLUBE que constantemente é usado por autoridades, secretarias municipais, igrejas e entidades locais, passou por uma reforma para oferecer melhores condições de uso e está também à disposição para eventos sociais e festivos, bastante o interessado contatar o Diretor, José Luiz Suarez Pugnoli, no telefone 9208-8681, ou com o Presidente Caetano, 3664-4463.

No dia 10/12, o LC Brodowski estará sediando o II Comitê Assessor da Região D-3, em evento coordenado pelo CL José Mário Bazan, Presidente de Divisão D-3, e aqui estarão presentes os nossos dirigentes e os clubes de Altinópolis, Batatais, Brodowski, Cajuru, Ribeirão Preto-Jardim Paulista e Ribeirão Preto/Campos Elíseos.

O LC Brodowski já iniciou a venda de uma promoção do Distrito LC-6, cujo premio será uma moto BIZ, a ser sorteada no dia 03/04/2010. O preço unitário é de R$ 1,99 e a renda será revertida em prol da Campanha Sight First II, que atende às necessidades mundiais no combate à cegueira e os males da visão.

O jovem GUILHERME BARTOLOMEU ADAMI, filho do casal Presidente CL Caetano Adami Neto/Rosa Meire, tem participado de todas as reuniões do clube, bem como acompanhado as visitas aos outros clubes da região, sempre acompanhado de sua namorada Rafaella. Com certeza, ainda neste AL 2009/2010, o Guilherme, para alegria de seus pais e da família leonística será o futuro associado do Lions Clube de Brodowski.

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA





O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém. Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas. Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: - O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: - Servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos... Todos pensaram que ele iria brigar...
Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: - A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

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MORAL DA ESTÓRIA

Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela estória, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério...
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.

"NÃO TE APRESSES EM IRAR-TE, PORQUE A IRA SE ABRIGA NO ÍNTIMO DOS INSENSATOS." ECLESIASTES 7:9 DAS SAGRADAS ESCRITURAS


“A pessoa que se irrita aspira ao tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma..”

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

EDITORIAL DO LIVRO SIMPLESMENTE JOSE E ISAURA


VEJO O QUE ESCREVO ! ESCREVO O QUE VEJO !

As palavras escritas jamais se dissolvem e jamais desaparecem ao léu, enquanto que as palavras proferidas se perdem ao sabor do vento e do tempo, e com a ação inexorável do tempo vão sumindo de nossa lembrança.
Gostaríamos por isso, de deixar registradas nesta modesta obra, palavras que pudessem perpetuar e sintetizar a vida de um casal e suas respectivas famílias pelo muito que representaram aqui neste nosso mundo terreno.
Hoje, neste ritmo de vida que todos vivem, seja pela necessidade da sobrevivência, pela luta do trabalho, pelo avançar impressionante da tecnologia, somos tomados de um sentimento de onipotência, esquecemo-nos de nossa finitude e como crianças ávidas tudo queremos ter e alcançar. Deixamos freqüentes vezes, passar em branco, muita coisa simples, mas de uma capital importância, que é a convivência familiar, o relacionamento mais estreito com pais, irmãos, familiares, amigos, o passeio descontraído com pais e filhos, etc...
Como quando disse Jesus Cristo no seu calvário, ”TUDO ESTÁ CONSUMADO”, sentimos que aqui também quando tudo está consumado (a morte de nossos pais), sentimos a necessidade de nos reavaliarmos, pois comumente, este estranho sentimento de perda, de vazio, faz aflorar desconhecidas emoções em nossos corações. Percebemos o quanto somos frágeis e quão efêmera é a vida. Sem sabermos precisar se por fraqueza ou por erros, mesmo involuntariamente cometidos, não correspondemos àquilo que esperavam de nós e fica um sentimento estranho, um sentimento de perda, de vazio, e que faz aflorar tantas coisas em nossos corações.
Percebemos o quanto somos frágeis e que não nos damos conta do que é a vida terrena. E ai, além desses sentimentos, não sabemos se por causa de nossa fraqueza, sentimos um outro sentimento que é talvez o remorso, o da consciência pesada, por alguma falha que cometemos, mesmo involuntariamente. E ai nos questionamos: por que fiz isso ? Por que não fiz aquilo? Por que deixei para amanhã o que deveria ter feito hoje? Porque falei aquilo?? Porque não falei aquilo outro? Porque.... Porque....
E ai, não tem retorno. A vida não retrocede. E ai precisamos ter nestas horas, equilíbrio mental e emocional para entender, ou pelo menos procurar entender, para analisarmos tudo que nos acontece e que nos aconteceu, seja na infância, na adolescência ou na maturidade, e procurar entender para aceitar as nossos limitações e imperfeições, e principalmente as limitações de nossos pais, cuja realidade cultural e financeira era outra bem diferente da que vivemos hoje.
A Vera Lucia, em sua sabedoria, logo após a morte de nossa mãe, ao analisar a situação que estávamos vivendo, refletiu: “ Somos filhos daquelas crianças. Temos de crescer também superando o que ficou de inibidor, até aniquilador, daqueles tempos e daquelas experiências. Podemos desabrochar melhor com o adubo do afeto, do bom humor e do respeito, ou definhar no veneno da excessiva exigência, ou da aridez.” (18/9/07)
Ao percebermos, que não somos eternos, que não somos donos de nossos destinos e de nossas vontades, que somos imperfeitos, nos damos conta do que somos. Ao reavaliarmos a necessidade de cultuarmos um pouco mais a vida espiritual, percebemos a necessidade que temos de olharmos com mais atenção para os nossos sentimentos de amor, de ternura, de simplicidade, de entrega ao nosso próximo, de perdão, de tolerância, especialmente de entrega à nossa família.
Fica o consolo pelo menos de que nunca agimos com má fé, que tentamos fazer o melhor possível, aceitando o que a vida nos reservou, com o legado maior que nossos pais nos deixaram: honestidade.
Quando tudo se consumou, ao recebermos tantos abraços de solidariedade, ao vermos tantas homenagens de nossas autoridades, dos clubes que fizeram parte de nossas vidas, tantas mensagens, ficamos com a certeza de que JOSE ZAPOLLA e ISAURA REBECCHI ZAPOLLA representaram alguma coisa em nossa comunidade, que valoriza também a nossa própria existência, que valoriza todos nós que somos oriundos dessa união que um dia aconteceu em 1.939.
Afinal de contas, a história de Brodowski, fundada em 22 de agosto de 1.913, confunde-se com a história de José Zapolla, nascido no dia 30 de janeiro de 1.914. Uma não pode ser contada sem a outra. Podemos dizer que José Zapolla personificou Brodowski como muitos poucos.
E que tudo que eles viveram, os exemplos deixados através de seus trabalhos simples, na honestidade, na sua maneira de criar uma FAMÍLIA, que felizmente foi e é uma verdadeira FAMÍLIA, é que sentimos essa necessidade de eternizar estas vidas.
Afinal, “qual seu conceito de família”? perguntou-me a irmã Vera Lucia (18/09/2007). Citando Liya Luft ela mesmo respondeu: “Repito que é aquele grupo de pessoas – às vezes uma pessoa só – das quais eu sei que, mesmo se em dado momento não me entendem ou aprovam, ainda assim, me amam e me respeitam.” E ela completou: “Muitos sentimentos e emoções afloram com as grandes perdas. Sejam os momentos difíceis, oportunidades de reflexão.”
E por isso, estamos aqui refletindo.
A vida e o tempo são inexoráveis. As gerações passam, as prioridades de cada um mudam; tudo pode então cair no esquecimento. Daí a necessidade de perpetuar o que hoje vivemos, que hoje pensamos, que hoje recebemos, em palavras escritas para que o vento e o tempo não as levem para o esquecimento quando o hoje já for passado. E se queremos ter o nosso futuro, devemos saber valorizar neste presente aquilo que o passado nos mostra que vale a pena ser eternizado, aquilo que tem a necessidade de não ser esquecido.
Os bons exemplos deixados por pessoas, simples, mas honestas, integras, decentes, respeitosas e respeitadas, devem sempre ser lembrados para que as futuras gerações possam ter em quem se espelhar e saberem que vale a pena assim proceder.
Afinal de contas, a realidade de hoje é bastante cruel e implacável. A tendência ao crescimento do individualismo, deste jogo de interesse, do querer e poder só para si, da ganância, da desvalorização da decência, da retidão de caráter, da honestidade, é muito acentuado. Todos pensam em si, todos agem para defender os seus próprios interesses. E assim, a humanidade vai se degradando. No entanto, é preciso que pessoas de bem mostrem que acima desse egocentrismo, que acaba com famílias, com relacionamentos, está o verdadeiro sentido da vida cristã, familiar.
Fica aqui o nosso agradecimento para JOSE e ISAURA que nos mostraram tudo isso. Fica aqui o nosso pedido de desculpas se alguma vez não fomos dignos de sermos seus filhos, de não os termos entendido em suas simplicidades, de não termos sabido valorizar o que recebemos.
A nossa faculdade de conceber e entender as coisas, a nossa inteligência, o nosso poder intelectual e espiritual é que dão disposição para idealizarmos algo e estendem sua ação para que possamos fazê-lo.
Somos dotados de falhas e limitações, mas também de uma imensa capacidade de aprender nesta escola da vida. Com o amadurecimento vem a compreensão, e com ela a busca do equilíbrio entre sentimentos e limites para que não ocorram exigências impossíveis e perfeccionistas demais.
A grande fórmula para um verdadeiro entrosamento familiar e pessoal, e acredito que tentamos colocá-la em pratica, e que me mostrou quem é e do que é dotada, está numa frase da querida baixinha Áurea, que em uma de suas mensagens, logo após a morte de nossa mãe, me disse: “Douglas, eu amo você! E amo todos da família, não importa se tenhamos defeitos. Não quero saber de nenhum. Beijos. ”
Ao final o que importa é ter vontade, é ter interesse em escrever uma história digna da página da vida.
Dedico este registro aos meus irmãos, cunhados, sobrinhos, todos os membros de nossa família, em especial à minha Esposa Tarcilia, que ao longo destes 33 anos de casamento, tem sido um esteio enorme na minha vida e que junto com todos os seus, mostram o que é ser uma FAMÍLIA. Conheçam a família PEREIRA DOS SANTOS e saberão entender o que é ser FAMÍLIA.
Dedico também este registro à Ana Clara Diniz da Costa, natural de Pirassununga-SP, que se tornou campineira na sua profisssão, e brodowskiana na amizade, sendo por nós considerada parte de nossa família.
Finalmente, só posso agradecer a Deus, o nosso Grande Arquiteto do Universo, por ter permitido que tenhamos nascido de JOSE e ISAURA, de termos recebido tanto, mesmo que não tenhamos em algum momento percebido a grandeza daquilo que estávamos recebendo.
Se todos os filhos podem hoje ser considerados vencedores, tanto na vida profissional, como na familiar, devem muito, ou quase tudo, à formação que receberam de seus pais.
Fica também a nossa eterna saudade e como disse, a certeza de que estas palavras escritas jamais sairão de nossas mentes. Serão sempre um lenitivo, uma motivação para continuarmos, enquanto Deus permitir, seguindo tudo aquilo que nossos pais nos ensinaram. Estaremos fazendo o possível para que os nossos amigos, irmãos, familiares, os nossos semelhantes, tenham no que se espelharem para ter uma VIDA DIGNA e poderem dizer que no presente que está sendo valorizado hoje, iremos ter orgulho do nosso passado porque estamos construindo o nosso futuro em bases sólidas.
E que será maravilhoso quando nos encontrarmos, e constituirmos novamente, no plano espiritual, a mesma GRANDE FAMÍLIA que formamos no plano material.

Obrigado, JOSÉ ZAPOLLA,
Obrigado, ISAURA REBECCHI ZAPOLLA.

ANTONIO DOUGLAS ZAPOLLA
Outubro- Novembro / 2007

Prefácio do Livro " SIMPLESMENTE JOSÉ E ISAURA"


Prefácio


Nós, os filhos de José e Isaura, tivemos muitos privilégios na vida.
O privilégio de termos chegado até aqui alicerçados pela herança de amor, união, honestidade, respeito, trabalho e dignidade que nos legaram nossos pais.
Com este livro, Douglas acende uma luz que nos ajudará a guiar nossos caminhos sem nos esquecermos do que representa a nossa família; não que seja imprescindível este registro, pois os ensinamentos e as lembranças de tudo que foi vivido em nossa querida Brodowski, nunca se apagarão em nossos corações.
Mas este livro é, sem dúvida, outra semente que germinou da união de José e Isaura: o desejo obcecado do Douglas de materializar em páginas impressas, uma pequena contribuição do que representou a passagem de nossos pais por esta vida: uma família que se expande sem se desagregar; uma participação na sociedade brodowskiana que ajudou a firmar o “C. A. Bandeirante”; uma doce saudade dos sabores do “Bar e Sorveteria Canta Galo”; uma dedicação à natureza no cultivo de plantas; os conselhos e a ajuda a todos que precisaram, entre outras.
E assim seguimos a vida. Citando Hermógenes: “Que alicerces têm a sua casa? Responda a si mesmo.”
Tenho certeza que Douglas, neste livro, responde por todos nós, filhos de José e Isaura, à parte mais importante desta questão – a gratidão; o que falta, que possa cada um mostrar com seus atos, administrando bem o investimento que nossos pais fizeram em nós.

Áurea Beatriz Zapolla
Dezembro/2007

DEPOIMENTO DE VERA - LIVRO SIMPLESMENTE JOSE E ISAURA




Quando o Douglas me falou que pretendia escrever um livro sobre a nossa família, confesso que, de imediato, não me entusiasmei com a idéia.
Afinal nossa mãe havia falecido a tão pouco tempo e tive receio de que uma viagem pela memória pudesse, naquele momento, aumentar seu sofrimento.
Pensei ser necessário preparar a alma com antecedência para tal projeto.
Á medida que este foi se concretizando, porém, percebi que escrever este livro o ajudou a enfrentar sua dor, reconfortando-o tal como uma prece.
Se uma das tarefas da literatura é nos ajudar a superar a solidão que nos é comum a todos ao retratar em palavras e imagens a história particular de José e Isaura, você, Douglas, resgatou justamente as memórias que não somente moram em nossos corações, como também fazem parte de nós.
E “aquilo que a memória ama fica eterno”, escreveu Adélia Prado.
O amor não suporta o esquecimento. Posso dizer que este livro foi para você um ato de reafirmação. Você não se permitiu esquecer. José e Isaura continuam presentes como saudade, pois lá no fundo onde mora a saudade não há esquecimentos. Lá só moram aqueles que foram amados.
Por isso, estamos aqui hoje não para lamentar ou chorar a falta de nossos pais, mas sim para comemorar, lembrando que comemorar quer dizer “trazer de novo à memória.”
E se como diz o ditado popular, “recordar é viver”, hoje, José e Isaura estão vivos pois a despeito da falta que nos fazem , continuam presentes como saudade, pois saudade é a presença de uma ausência.
Como bem colocou Carlos Drumont de Andrade :

“ Por muito tempo achei que ausência fosse falta. E lastimava a falta. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. Sinto-a tão aconchegada em seus braços que rio, danço e invento coisas alegres. Essa ausência dissimulada ninguém a tira de mim. “

Em meu nome e de toda a nossa família parabenizo-o pela realização de seu sonho que se tornou nosso também e agradeço pela homenagem prestada não só a nossos pais com a todos nós.


VERA LUCIA ZAPOLLA RICCI
16 / fevereiro / 2008